segunda-feira, maio 24, 2010

Hero of the day

Acordo.

Abro os olhos ao som do despertador do celular, que sempre desperta às 6h00. Tenho que acordar às 7h00, então programo o relógio pra tocar uma hora antes, porque daí eu só fico apertando SNOOZE a cada 10 minutos, até finalmente desistir de brigar com o celular e me levantar da cama, às 7h. Acreditem, meu método é (quase) infalível, e ainda dá aquela sensação deliciosa de ter cochilado por mais 1h e passado a perna no compromisso inadiável. Procrastinadores sabem exatamente a que sensação me refiro.

É assim que todos os meus dias têm começado, e é assim que todos eles prosseguem. Nas últimas semanas, minha vida tem sido um verdadeiro Dia da Marmota, em um loop aparentemente infinito, mas que na real são só 5 (intermináveis) dias da semana. Depois de acordar, ligo o PC e deixando a música tocando no shuffle em um volume que dê pra ouvir do chuveiro (meu quarto é uma suíte, só que o banheiro curiosamente não tem porta, reflitam). Tem vezes que tenho que sair do banheiro pingando porque o shuffle me aparece com alguma música que já enjoei, ou pra pegar a toalha que larguei no dia anterior em cima de alguma coisa que não é o boxe. Saio do banho, pego a primeira roupa que encontro, minha mochila e saio de casa, a música ainda me acompanhando via fone de ouvido. No começo das aulas da faculdade, eu me vestia realmente bonitinho, da cabeça aos pés. Mas então os dias foram passando, e eu reparei que as pessoas da Federal do Pará se vestem tão mal, mas TÃO MAL, que eu simplesmente desisti, e hoje meio que sou um deles. Se antes eu me vestia pronto pra um passeio no shopping, hoje parece que eu tava limpando pára-brisas de carro no semáforo, aparentemente, a moda que impera por lá.

Dois quarteirões até a parada, avanço bravamente em direção a meu veículo de transporte público. E, dependendo de qual ônibus eu pego, já até sei em que lugar sentar e em que curvas trocar pra poder fugir do sol. Nível 9998 em conhecimento de ônibus não é pra qualquer um, sou o xerife dos transportes públicos dessas bandas da cidade.

Chego a meu destino final, desço do ônibus e vou em direção a minha sala. Eu sempre defendi a subestimada "modernidade" da cidade em que moro com unhas e dentes. Quando me perguntavam se aqui tem prédios ou se os índios que trafegam pelas ruas da cidade são canibais ou ainda se a domesticação de jacarés e jaguatiricas é legalizada aqui, não só achava a pessoa que perguntava um completo imbecil como sentia vontade de estuprar os olhos da mãe dele (e, muitas vezes, eu fazia questão de compartilhar com essa pessoa a minha vontade). Mas tudo isso caiu por terra no dia em que encontrei uma COBRA no meio do campus, e depois fiquei sabendo que aquilo era comum por ali. Pelo amor de Dio, uma COBRA. Desde então, ando seriamente preocupado com a possibilidade de encontrar uma onça na cantina ou ser assaltado por macacos-prego na saída da aula.

Falando em assaltos, é outra coisa rotineira por aqui. O estranho aqui é sair de casa e voltar com tudo nos bolsos. Faz tempo que Belém deixou de ser uma cidade provinciana, onde as pessoas colocavam cadeiras na frente da casa e assistiam a vida passar sem correr o risco de ter o celular roubado (uns 3 anos). Se bem que, em muitos lugares, as pessoas QUE SENTAM NA FRENTE DAS CASAS SÃO AS QUE ASSALTAM. Sem falar nos boatos sobre um bairro onde assaltam de arco-e-flecha, mas nada confirmado ainda.


ARRASTÃO

As periferias ao redor da metrópole crescem em uma velocidade absurda, graças ao péssimo sistema de escolas públicas do estado e à dificuldade que pessoas de baixa renda têm de manejar uma tecnologia tão avançada quanto uma camisinha. A pobreza associada à falta de educação transformam os subúrbios de Belém em verdadeiras fábricas de irmãos Metralha, com novos ladrões brotando da terra batida sem asfalto (que nem os Uruk-hai) todos os dias e vindo para o centro roubar nossos celulares, montados em suas destemidas bicicletas e usando bigodes e topetes pintados de loiro (pintura de guerra) para nos intimidar.

Eu já fui assaltado 3 vezes. Na primeira, bebendo um café com dois primos em uma rua deserta, vejam que ideia sensacional; na segunda, eu e o Sid voltando da escola, quando o Jorge desceu da bicicleta e veio RASTEJANDO na nossa direção, ainda amigavelmente nos cumprimentando com um caloroso "VO TE MATAR". Demos o celular do Sid e uma nota 10/10 pela teatralidade, realmente nos chocou; já na terceira vez, a pior de todas, uma QUADRILHA INTEIRA nos cercou, eu e Jade, e levaram a bolsa dela. Tão pensando o quê, ueca tudi diango.

Aproveitando pra dizer rapidinho aqui que o Dia de Meninas de Toalha vai ser cancelado esse ano, pra tristeza dos marmanjos que esperavam ansiosamente pelo dia, devido ao número surpreendentement escasso de fotos recebidas. É isso aí, galera, eu e o Rafa agredecemos a quem participou e pedimos desculpas, mas ano que vem vocês estarão aqui, fiquem ligadinhas.

Voltando ao meu dia-a-dia, vale comentar aqui que as pessoas do meu curso são DOIDAS. Sem exagero, desconfio que alguns de lá sejam realmente perturbados. Eu já faltei 3 semanas de aula direto pra ver se me esqueciam, mas a galera aparentemente me marcou. Além de ser discriminado por ser o único que usa tênis lá, já chegaram uma vez e começaram a puxar assunto sobre (vejam só vocês) a construção da hidrelétrica em Monte Bel, suas consequências para o ecossistema local e como isso iria prejudicar as tribos indígenas da região. Tipo... GET A LIFE, isso é com o James Cameron, não comigo, cara.

Fim da aula, vou pra parada, e este sim, meus amigos, é o ponto alto do meu dia: a volta para casa, por volta do meio-dia, 1h da tarde. Antes de tudo, Belém é quente. Mas não só quente, como úmida também, graças à Pandora ao redor da cidade. Pra ilustrar o que eu digo, faça a seguinte experiência: vá até a cozinha, pegue um copo. Leve a boca e dê uma baforada dentro dele, até o vidro embaçar (SE NÃO PEGOU UM DE VIDRO, PROBLEMA É SEU, COLEGA). Em seguida, vire rapidamente o copo na mesa com a boca contra ela. Agora, sei lá, ENTRE DENTRO DO COPO. Pronto, essa é Belém, onde tem dias em que você JÁ SAI DO BANHO SUADO, e, a menos que tenha um carro com ar-condicionado, as chances de sair de casa para um compromisso e chegar lá com o perfume intacto são praticamente nulas. O inferno deve ter uma ala assim, não é possível.

Então, entro no ônibus, e logo ele começa a lotar. Como ele sai da parada vazio, conseguir assento não é a coisa mais difícil. O problema é SAIR DELE depois. Um verdadeiro corredor polonês vai se formando ao seu redor, impedindo a livre circulação na área existente entre você e a porta de saída. Quando me encontro em um ônibus lotado, eu não vejo pessoas ali. Eu vejo... axilas e genitais, duas áreas do corpo humano alheio preocupantes em uma situação caótica dessas. Axilas porque as pessoas em pé (a grande maioria, óbvio), para se defenderem da inércia associada a gravidade dentro de um veículo em movimento, seguram-se nas barras de aço da parte de cima do ônibus, deixando suas axilas à mostra (FATO RÁPIDO: 80% da população belenense usa camisetas) e fazendo com que você corra o SÉRIO RISCO de entrar em contato com alguma delas, e seus respectivos pelinhos nojentos. E genitais porque, bem, não sei quanto a vocês, mas quando estou em um ônibus lotado, com 3784 pessoas apertadas em uma área humanamente ultrajante, e alguma delas tem de se esgueirar por trás de mim para alcançar a porta, tudo no que consigo pensar é "PORFAVORNÃOESFREGUEMOPAUEMMIM, PORFAVORNÃOESFREGUEMOPAUEMMIM"

Mas a situação consegue ficar ainda PIOR, não duvidem da capacidade da vida de sacanear alguém quando tá inspirada, e sempre, SEMPRE tem aquele que acha que os sons urbanos já não são estressantes o suficiente, então resolve sacar o Samsung comprado de 24x na Yamada, desconectar os fones de ouvido, e dividir sua playlist de músicas ruins com todo mundo do ônibus. E sabe porque elas são ruins? Porque quando uma pessoa tem bom gosto, é porque tem bom senso, e gente com bom senso NUNCA faria isso. Logo, você nunca vai encontrar uma pessoa que deixe o celular com música rolando no volume máximo em um ônibus que toque alguma coisa além de funk, technobrega, Hóri, ou qualquer outra coisa que não presta. A vontade e revolta que dá não é nenhuma outra senão a de chegar pra pessoa, tomar o celular da mão, gritar um "CARALHO" o mais alto que seus pulmões permitirem e jogar o aparelho pela janela. Sem sermões, sem lições de moral, sem xingamentos sem nada. Só um bom e velho "CARALHO" bem entonado mesmo, apenas isso.

O gosto musical do belenense é outra coisa preocupante, aliás. Calypso não é nem de longe a pior coisa que o Pará poderia ter dado para o resto do Brasil, acreditem. Além de parir todos os dias novas melodias de gosto duvidoso, o paraense desconhece qualquer outro tipo de música que venha de fora quando o assunto é rock. E uma das poucas coisas que a vida me ensinou, é que se você estiver andando na rua com mais dois amigos, todos de camisas pretas, sempre alguém vai passar por vocês e gritar "UHUL, GALERA DO METAL" ou ainda "YEAH, GUNS N' ROLL", enquanto erguem as mãos no ar fazendo hang loose.

Não há indies em Belém do Pará. Pra vocês terem uma ideia, o movimento emo chegou aqui não faz mais de três, quatro anos. E pior do que as músicas, só mesmo a cabocada de Belém, facilmente encontrada nas noites da cidade, seja na Praça da República, espalhando o aroma da Jamaica por lá, seja nas baladinhas para menores de idade que só vão até as 22h, onde a moda é usar camisas tão apertadas que você consegue distinguir o relevo dos mamilos. Dos caras.

Desço do ônibus, continuo a volta para casa. Com sorte, como já são quase 15h, começou a chover faz uma meia hora, quando eu ainda estava dentro do ônibus. O que é pior do que um ônibus lotado e quente? É um ônibus lotado, quente e com TODAS as janelas fechadas. Eu me sinto numa sauna, só que como um dos carvões. Mas o calor passa tão logo eu desço do ônibus e encaro a chuva torrencial que cai sobre a cidade, que é tão suja e destruída, que não demora a todos os bueiros entupirem com o lixo da rua, fazendo com que todas as ruas virem versões urbanas de pequenos riachos. Um dia, a imundície de todo o povo e o lixo das ruas vai espumar até a cintura, e quem estiver passando por mim vai olhar e perguntar "cê tem guarda-chuva aí?", e eu vou olhar de volta e sussurrar "não".

A grande verdade é que a única coisa (tirando a Jadok, claro) que tem me feito aguentar todos esses dias idênticos, um após o outro, são meus... fones de ouvido. É aquele negócio, fones são kaka punk cool mágicos. São capazes de te levar pra outro lugar sem você sair do lugar. As buzinadas, os gritos, as pessoas... nada disso me atinge quando tô ouvindo música, com Roberto Planta e Tiaguinho Página cantando e solando nos meus ouvidos. Além do que é extremamente útil quando você quer deixar BEM CLARO de que não quer ser incomodade. Definitivamente, uma das melhores utilizações dos fones de ouvido é colocá-los rapidamente quando percebe alguém vindo na sua direção pra falar com você. E quando um fone pára de funcionar, seja um dos lados ou os dois, eu encaro como a morte de um amigo.

Finalmente chego em casa, me jogo na cama e MORRO. Depois de algum tempo, é levantar, estudar, comer alguma coisa gordurosa com bacon, ir pro computador VER MAIS UM VÍDEO DO FELIPE NETO, PORQUE NÉ, SOU FÃ e depois deitar de novo.

Então eu acordo.

terça-feira, maio 18, 2010

Livin' on a prayer

Amadurecimento é uma coisa engraçada. A maioria das pessoas têm a ideia de que amadurecer é algo que vem com a idade, que quanto mais velho você é, mais maduro fica. Sim, isso é o normal, mas não é incomum encontrar adultos de 25 anos com cabeça de 15, assim como adolescentes de 15 e cabeça de 30. Acho que o amadurecimento não é uma coisa que surge do nada, de um aniversário pro outro, mas sim algo que você vai desenvolvendo em função não apenas do tempo, mas sim de uma série de variáveis. Amadurecer, pra mim, vem com as experiências, os contatos sociais e as pressões. E um namoro, tanto o real, quanto o virtual ou o apenas a distância, tem TUDO isso.

No terceiro dia do próximo mês, eu e Jade fazemos 6 meses de namoro. O que começou com uma troca rápida de tweets há 6 meses atrás, hoje mudou totalmente a direção da vida de ambos de uma forma que não tinha como sequer imaginar na época, o que só torna ainda mais irônico o fato de só termos nos visto pessoalmente um total de 23 dias. Afinal, como vocês bem sabem, eu moro em Belém do Pará, ela em Porto Alegre, e são cerca de 3.806 km de Brasil que me impedem de passar o próximo Dia dos Namorados agarrado nela - e não só o 12 de junho, mas o 13, o 14, o 15...

Como quem tem saco pra ler os posts mais apaixonadinhos deste blog bem sabem, nos encontramos pela primeira vez em fevereiro, quando ela veio pra Belém, e ficou hospedada na casa de uma amiga da mãe dela, a Bê (OOOOI, BÊ!). 14 dias depois, ela embarcava de volta para o Rio Grande do Sul. Então, como einmal ist keinmal, algumas semanas depois, com a minha aprovação no vestibular, minha mãe e padrasto decidiram me "presentear" com uma passagem pra POA - e reparem que as aspas não estão ali à toa, já que, no final das contas, quem paga os R$ 700 até hoje sou EU. E pro meu PADRASTO ainda, porque só depois que eu voltei que ele veio me dizer que na real era um empréstimo, e não um presente como dito antes.

11 dias com ela (HEH) depois, eu saia de Paradise City e voltava à selva, já caçando um meio de encontrar minha namorada novamente em julho, o que não ia ser fácil, já que eu não só estava atolado em dívidas como também sem grana ALGUMA nos bolsos. Eu e ela, aliás.

Foi aí que, surpreendemente, consegui um estágio na Federal em abril. A bolsa R$ 500 mensais não só ia resolver todos nossos problemas com dívidas e passagens aéreas como ainda sobrava pra levar a minha garota pra um merecido ~Dia de Princesa, que nem aquele que o Netinho fazia com aquelas garotas da periferia, só que sem a limusine, porque né. Além disso, ainda tínhamos a grana acumulada no AdSense, que renderia uns R$ 170, E a Vakinha que fizemos em fevereiro aqui no blog mesmo. Tava dando TUDO CERTO.

E é neste momento em que encaixo neste post uma frase que recebi já faz algum tempo da @aniielle:


Ignorem o Vinik. E a Jade.

Essa frase resume bem o karma que tem me perseguido por toda a vida, como bem os cinco anos de posts de histórias em que eu me fodo no final deste blog podem provar. Amigos, ouçam o que eu digo: quando a vida, finalmente, parece boa, então é porque ela está se preparando pra ficar pior. Primeiro, o Google se mostrou um verdadeiro FILHO DA PUTA com editores brasileiros. É uma história longa, técnica e irrelevante a esta altura do post, mas o que importa é que o Google AdSense não me deixa alterar certos dados cadastrais por MORAR NO BRASIL, dados estes necessários pra poder receber a grana. Aproveitando o assunto, também queria dizer que o AdSense possui uma seção de "perguntas frequentes" e atendimento aos seus clientes tão competentes quanto uma piroca flácida em um filme pornô, fica aqui registrada a minha insatisfação.

Segundo, depois de 1 mês trabalhando no estágio, minha bolsa AINDA não tinha sido implementada, por algum motivo realmente obscuro. Não só eu seria o único que não receberia no próximo pagamento como, no primeiro corte de pessoal, como eu era o que daria menos trabalho de sair de lá, eu rodei. Incrível.

Terceiro, o grande problema de pedir doações pela internet sem ser alguma grande ONG que vá ajudar as criancinhas aidéticas sifílicas anêmicas hiperativas do Cazaquistão é que ou as pessoas são ainda mais duras que você ou acham que tudo não passa de um golpe para roubarmos sua senha do cartão de crédito, comprar um iate e nos besuntarmos em champanhe no meio do Atlântico. Em 3 meses de Vakinha, ainda não conseguimos chegar nem a R$ 100. Obrigado de coração a todos que ajudaram (o Robson, Demoo, Fabricio Miatto, Rerê Lolita Kombi e o Gabriel Noob), de verdade, mas ainda estamos bem longe de conseguir uma passagem com isso (já que as companhias aéreas cobram um preço ABSURDO, média de uns R$ 599 SÓ A IDA), então meio que perdemos mais a esperança com relação às doações.

Some tudo isso à solidão, saudade, carência e todos os efeitos colaterais que a ausência da pessoa que você ama trazem, e, TA-DAM, esses foram nossos últimos meses. Nesse meio tempo, fui fazendo tudo a meu alcance: imprimi currículos e saí espalhando pelas lojas de informática, jogos, livrarias e locadoras da cidade, depositei todo o pouco que tinha na poupança. Até uma RIFA eu comecei, de um sapato que minha mãe tinha ganhado de presente, mas não cabia nela. A rifa é R$ 1, e o presente é realmente bem simples (até hoje eu não encontrei NINGUÉM que calçasse 36, reflitam), mas as pessoas a quem eu oferecia ajudavam mais pela causa. Mas estávamos ficando realmente sem perspectivas de se ver em julho, quanto mais depois. E durante todo esse tempo, eu tentei ser o ponto de fuga da Jade, aquele que, quando NADA tá indo bem, diz pra ela ter calma, porque tudo vai ficar. Já é complicado fazer de tudo pra dar esperança pra alguém quando você mesmo, no fundo, sabe que não tem muita. Mas mais complicado ainda é quando esse alguém desiste de acreditar. Aí você fica com a sensação de que falhou em tudo.

Foi nesse contexto, então, que fiz o vídeo.


Queria agradecer, DE NOVO, a todos os lindos que ajudaram (e aos que não aparecem também, claro): @thaverton, @7thMelancholia, @husp, @bornos, @Azul84, @diidita, @capanema, @toujours, @vinik, @Markurgh, @elland, @LdemoO, @uonca, @raphs, @brurebelo, @rafabarbosa, @nathkacey, @rere_kombi, @vitorlol_ e Pasplsa, Lobi, Çara, @setle_down, @otiagovicente, @beholz, Pietra e Cristhian. E o @MrMouse_, @manufonseca, @saymynamebitch, @heliohm, @ingrrrrrrid e o @joaoclima também.

Obrigado pela ajuda, não só financeira, mas moral também. Mas obrigado, acima de tudo, por nos ajudarem a não desistir.

E só pra vocês não ficarem frustrados por terem lido o texto inteiro à espera de uma piada e não ter encontrado, finalizo aqui este post com esta imagem:


Pensem nisso.