segunda-feira, março 31, 2008

A Capital dos Mortos (ou: EU QUERO AQUELA CAMISA)

Desde a gênese da humanidade, os seres humanos temem a morte. É o fim da jornada de um indivíduo na Terra, o ômega de sua existência. Todo mundo um dia vai inevitavelmente ver a grama nascer pelo outro lado. Logo, nessa vida só temos certeza de duas coisas: todos nós vamos, um dia, morrer. E garotas branquinhas, ruivas, com frajinha e lápis de olho são uma das coisas mais lindas de se ver. Duas então. E de biquíni, NOSSA.

Mas infelizmente, tanto eu, quanto você e as emos ruivas lésbicas de biquini vamos MORRER. Sua mãe, seu pai e seu gato vão MORRER. Ok, não é um fato fácil de lidar, e sempre acontece aquele lance de primeiro negar, daí ficar puto, depois barganhar, shorar litruz e, enfim, aceitar a morte do seu bonequinho no Ragnarök por uma daquelas malévolas gosminhas saltitantes rosas.


O horror, O HORROR.

Em síntese, a morte é difícil. E se o morto em questão volta à vida em meio ao seu processo de decomposição querendo nada mais, nada menos do que seu CÉREBRO, aí a coisa piora mais um pouco.

Sim, este post é sobre zumbis.


Catar aquela bonitinha de roxo ali seria considerado necrofilia?

Sobre o filme A Capital dos Mortos, pra ser mais exato. "Ok, filme de zumbi. Que que tem de mais?" você pode pensar. Cara, primeiro que é um filme de ZUMBI, e não sobre dois cowboys gays e uma montanha gay ou um navio gay com um casal gay batendo em um iceberg... gay. Convenhamos, isso é filme de gay. Estamos falando de um filme de mortos caindo aos pedaços comendo vivos armados com pistolas/machados/escopetas, com direito a membros decepados e tripas saindo das barrigas dos infelizes.

E se isso não é o bastante pra te convencer a dar uma checada na fita, que tal agora: é um filme totalmente brasileiro, rodado totalmente em Brasília DêEfe e com atores, diretores, roteiristas e servidores de cafezinho totalmente brazucas.


Segura o trailer, mané.

Tá vendo esse povo todo ensangüentado aí? São todos voluntários. As gravações eram abertas, então quem quisesse mandar um "oi mãe eu sou um zumbi lol" era só aparecer nas gravações que a produção já dava um jeitinho de encaixar eles no filme. Dá pra imaginar o quão divertido isso deve ter sido, não? Maldita hora em que eu saí de Brasília.

Pelo pouco que dá pra ver, a maquiagem parece bastante competente. Não é nada que se diga "OSSA SAO ZUMBIS DE VERDADE ,AMD AMD!11ONE", até porque é um filme independente, logo eles não dispunham de uma quantia absurda pra meter CGI em todas as cenas. Mas é criativamente convincente, vai. E todo mundo sabe que filme de zumbi saturado de efeitos especiais tira boa parte da magia, afinal "trash" e "zumbi" sempre andaram lado-a-lado desde os primórdios dos mortos-vivos nas telas de cinema. E é só lembrar que o último mané que tentou colocar uma caralhada de efeitos especiais em um filme do gênero acabou parindo a série Resident Evil. E mesmo assim aquele Nemesis não me convenceu.

Faz um tempinho que eu tava afim de fazer um especial de zumbis aqui no blog, com resenhas de filmes, comics, games e tudo o mais relativo a mortos-vivos. Quem sabe até descolava uma entrevista com o pessoal do filme d'A Capital dos Mortos. Mas parece que ALGUÉM chegou na minha frente. TANGAS.


A dancinha mais quente da galáxia: Nm, Santhyago, Atillah e o gordinho de chapéu ali é o Théo.
Se conseguir olhar por mais de 2 minutos, parabéns, você é um homossexual.


Enfim, vale a pena dar uma conferida. Pra quem reclama que cinema nacional hoje em dia é sempre a mesma coisa (favela/nordeste/ditadura, mas sempre rola uma comédia com piadinhas de sexo), finalmente temos um filme de GENTE MORTAAA. Mesmo se não for tudo que a gente estiver esperando, com certeza vai ser divertidasso, no mínimo. Zumbis comendo toda aquela turminha de terno e gravata de Brasília? Porra, isso vai ser interessante.

quinta-feira, março 27, 2008

Salas de aula e seus tipinhos

Ó só, posso contar um segredinho aqui pra vocês? O mundo tá lotado de imbecis.


Grande descoberta, gênio.

Não, não. Serinho. O mundo tá realmente cheio de imbecis. Eu, por exemplo, sou um imbecil. Você com certeza é um imbecil. O seu tio Arnaldo, mesmo sendo gente fina e sempre organizando aqueles churrascões com futebol nos sábados, é um imbecil e dos grandes, a começar por todas as vezes que ele vem com aquela sagaz piada do É PAVÊ OU PACOMÊ?. Todos nós somos, no fundo. Alguns nascem com a habilidade de esconder essa imbecilidade de forma que seja mais difícil de notar, enquanto outros preferem escancarar de uma forma terrivelmente gritante. Todos nós somos imbecis. Mas algumas pessoas realmente apelam.

Adolescência. Todo mundo passa por isso. Ou tá passando. Ou ainda vai passar, a não ser que você esteja andando distraidamente com um pacotinho de amendoins tipo japonês na mão no dia do seu aniversário de doze anos, quando de repente você tropeça nos próprios cadarços, cai na escada, vai rolando por mais de 500 degraus, frature todos os seus 206 ossos NO MÍNIMO, para então cair em um lago cheio de liopleurodontes e, enfim, morrer engasgado com um amendoim preso na faringe e outro no esfíncter. Convenhamos, seria menos chato do que passar pela adolescência. E você também não teria problema com espinhas.

Este já é o quarto parágrafo do post e eu ainda não me decidi sobre qual vai ser o assunto dele. Falei sobre adolescentes. Falei sobre imbecis. Acho que agora vou falar sobre... ADOLESCENTES IMBECIS. Hmm, previsível, não?

Ok, então vamos falar sobre ESCOLAS E SEUS TIPINHOS... de adolescentes imbecis, claro. É engraçado falar sobre isso, até porque eu mesmo sou um adolescente imbecil. Mas enfim. Faz tempo que as pessoas não têm tocado no assunto "rótulos escolares", é algo que necessita de atualização. Afinal, nerds com camisa social e caneta BIC no bolso sendo menosprezados por animadoras de torcida que namoram com jogadores de futebol desacerebrados é um conceito de comédia americana dos anos 80. E daqueles filmes computadorizados bizarros da Barbie, claro.

OS POPULARES
Se vestem legal, são influentes na sala. Gente fina, conhecem todo mundo, têm dentes perfeitos, intestinos regulados e provavelmente serão seus chefes no futuro. Alguns são bonitos, mas não é uma regra. Alguns são inteligentes, mas não é uma regra. Mas eles têm carisma, e por isso se dão bem com as pessoas e conseguem um número absurdo de amigos, pelo menos bem maior que o seu.
Resumindo, tudo o que você NUNCA vai ser.

OS MANOS
Essa sim é uma raça detestável. Imbecis MESMO. Do tipo que teriam carteirinhas oficiais atestando a imbecilidade. Isso é, se ao menos soubessem como se escreve "eu sou imbecil". Compensam o vácuo em suas cabeças usando bonés, geralmente virados pra trás e inclinados num ângulo de cerca de 30º para o lado. Gostam de camisas folgadas, no mínimo uns 4 números maior. E a internet é o lugar preferido pra extravasarem sua estupidez: basta só olhar no orkut de um deles a quantidade absurda de K's, W's, abreviações e gírias SINISTRAS, tudo pra ficar mais STAILE. Isso sem falar no álbum, com no mínimo 40% das fotos posando sem camisa e fazendo sinais de gangue com as mãos. VLW?/

OS PALHAÇOS
Alguém, provavelmente pai ou mãe, em dado momento da vida deles, disse que eles são engraçados. E eles acreditaram.
São os discípulos do mestre Bozo da escola, que tiram sarro com todos os que vêem pela frente, fazem o tipo de piada que uma criança da segunda série faria, só que conseguem a proeza de ser ainda mais idiotas. Necessitam da risada dos seus companheiros de imbecilidade para continuar com as suas gracinhas - afinal, que tipo de pessoa NORMAL em sã consciência riria delas? - , daí o motivo para andarem em grupos. Gostam de sentar no fundão, onde possam jogar bolinhas de papel e fazer suas piadas imbecilóides sem que o professor perceba. São REALMENTE chatos, ao ponto de todo mundo sentir uma puta vontade de desferir um belo 3 hit combo na cara de um deles. Tão engraçados quanto levar uma canelada nas bolas. De joelheira.

OS ESQUISITOS
São aqueles carinhas sem amigos, que só são vistos falando raríssimas vezes, e na maioria delas com pessoas que não estão lá. Alguns podem ser CDFs, nerds, e até mesmo filhos de Satã. Podem ser tanto excluídos pelo resto da sala ou se excluírem por vontade própria. Verdadeiros sociopatas, e psicopatas em potencial. Evite-os.
Na imagenzinha do lado, como não achei niguém pra ilustrar, vai o Brock mesmo. Porque ele é japonês. E é negro. Isso é bem esquisito.

OS FILHOS DE SATÃ
Emos. Góticos. Fãs de Simple Plan e/ou Craddle of Filth em geral. Todo esse povo que adora passeios em cemitérios, se vestem coms urubus e usam tanta maquiagem preta e branca ao ponto de ser extremamente difícil diferenciar homens de mulheres. Tudo bem que existe uma diferença enorme entre as duas tribos - até porque todo mundo sabe que emos são góticos que gostam de dar ré no quibe. Mas minha mãe diz que eles são todos cultuadores do senhor Satã, e cês sabem que mãe sempre tem razão, né?

OS CDFS
Muitas vezes - aliás, SEMPRE - são confundidos com os nerds, mas cacete... CDFS NÃO SÃO NERDS. Pelo menos não necessariamente. Pensando bem, CDF tá mais pra uma subcategoria, pois um esquisito pode ser tão CDF quanto, por exemplo, um popular. Enfim. Eles são aqueles caras mega inteligentes que passam mais tempo na frente de um livro do que se relacionando com outro indivíduo da espécie, e que com certeza te humilhariam em uma partida daquele jogo do Show do Milhão pra Mega Drive. Alguns deles são uns verdadeiros filhos da puta e possuem um prazer quase sexual em jogar a nota de dois dígitos dele na última prova de Física na sua cara.
Provavelmente vão morrer todos virgens. Hohoho.

OS... NORMAIS
Eles não são tão famosos na escola, mas conhecem bastante gente. Não são os melhores alunos da sala, mas também não são tapados. Não são os mais engraçados, mas conhecem algumas boas piadas. Na verdade, eles têm a mesma função que papel higiênico em sutiã de menina sem peito: fazer volume.
Eles são... normais. =|

Sem graça, não?

***

Bem, espero que este pequeno guia seja útil pra você e que aprenda a identificar todas as variações de adolescentes imbecis na sua sala de aula. E muitos de vocês vão reclamar sobre eu não ter inluído os nerds nessa lista. Mas, porra Batman, NERD NÃO É GENTE, POOORRA!

sábado, março 15, 2008

Meia Lua Xis

As pessoas clamam por um post. Vêm aos comentários e pedem desesperadamente por partículas de textos com piadinhas de minha autoria. Eu saio às ruas para respirar um pouco, e sou atacado por fãs enlouquecidos munidos de tubos de pasta da dente (daquelas que ardem pra caralho) e grunhindo sons ininteligíveis, como IAAAAAA, GAAAHHHH ou CREUCREUCREUCREU.


Ficar debaixo do chapéu do Mickey fazia ganhar alguma coisa. E ficar em cima de uma certa duna de areia fazia aparecer um Aladdin de ouro, cuja finalidade eu também já esqueci.

Vou contar uma coisinha pra vocês: eu sempre invejei minhas primas pelo Super Nintendo. E aposto que a maioria de vocês que não passavam de fedelhos catarrentos lá pros anos noventa já se mordeu de inveja de algum parente/amiguinho rico dotado de um SNES. E isso já me meteu em muitas encrencas, visto que era só alguma delas saírem de casa pra eu entrar sorrateiramente nos quartos delas (cheios de pôsteres dos Spice Girls, Backstreet Boys, VHS's de Entrevista com o Vampiro e daquelas horríveis calças que iam até a cintura) pra jogar Super Mario.


Quem já fez a terra ficar roxa? E deixar todos os inimigos com a cara do Mario?

A sensação de perigo da experiência toda era constante. Uma parte do meu cérebro tinha que se concentrar nos inimigos do jogo (tartarugas coloridas, minhocas de bolinhas, e aqueles malditos jogadores de futebol americano), a outra nos inimigos da casa (primas, tias e avós), e mais uma parte pra pegar esquilho [1] do saquinho que eu sempre surrupiava do armário antes de começar a jogar (porque gamer que é gamer sabe que uma partida só é 100% deliciosa em todos seus aspectos quando tem alguma coisa pra comer ao alcance das mãos).

Comentário in off: não existe nada pior do que tacar um Trakinas dentro da boca e ele tar com a consistência de uma teta de véia. Nada.

Ok, talvez se a consistência seja de uma teta de véio cabeludo, a experiência seja consideravelmente pior.


Como eu disse, eu já me fodi muito fazendo isso. Assim como nos meus jogos, assim que algum inimigo TOCAVA em mim, era fim de jogo na certa. A diferença é que eu só tinha uma vida, sem direito a continue, cogumelos e anéis do poder não me davam energia extra, e eu não podia simplesmente pular em cima da cabeça dos meus avós.

Já me pegaram várias e várias vezes, e o castigo era bem pior do que das vezes em que me pegaram lambendo as solas de todos os sapatos de casa atrás do sofá da sala. E minha vida de perigos e aventuras terminou no dia em que minhas primas descobriram as funções de uma chave girada em uma fechadura.

Depois de muito choro e berro, finalmente convenci minha mãe a me dar um videogame no Natal. Mal conseguia me conter de alegria naquela noite, mal conseguia esperar a hora do meu tio chegar com uma barba falsa e fantasia vermelha e começar a distribuição de brinquedos. Imaginem só a minha decepção ao abrir o embrulho esperando um Super Nintendo e me deparar com um... Mega Drive. Um MEGA DRIVE, OH SHIT.

Uma das maiores provas de como eu era um molequinho realmente imbecil e que não sabia nada da vida era achar que o Mega Drive e seu porco espinho azul não passavam de uma cópia de qualidade inferior do Super Nintendo e seu encanador italiano. Que é uma cópia, ok, isso todo mundo sabe, mas quanto à qualidade inferior, fui aprendendo pouco a pouco que não era bem assim. Só hoje me dou conta de que o MD tinha uns jogos realmente divertidos, e que era tão bom, às vezes até melhor, que outros títulos do console da Nintendo. Pode até não ser tão bom quanto Super Mario - porque, convenhamos, NINGUÉM é -, mas ver Sonic correndo por todas aquelas paisagens fantásticas, libertando animaizinhos aprisionados em robôs, lutando contra seu clone de metal e derrotando o terrível Robotnik (que no desenho chamam de Dr. Eggman, vai entender) eram coisas que somente o console da Sega ou uma pílula de LSD poderiam oferecer. E, particularmente, eu prefiro o primeiro.


A equipe da Sega era chegada numa erva, TODOS ELES.

Assim como Dramin tá pra dor de náuseas, Benegripe pra gripe e Viagra pra benga mole, os emuladores são um puta remédio praqueles surtos de nostalgia que aparecem de vez em quando. Recentemente, baixei o Fusion e mais uma porrada de roms. Sonic the Hedgehog, Aladdin, Tinhead, Mortal Kombat, Decap Attack!, Alex Kidd, Altered Beast (confesso, eu tinha medo desse aqui) e Golden Axe são apenas alguns ícones de infância que agora lotam o meu desktop, recebendo o mesmo carinho e atenção que o Zsnes, Super Mario, Donkey Kong e a turma toda da Nintendo.

E, putz, sinto que uma lágrima acaba de escorrer pelo meu olho esquerdo. Ai ai.

[1] Definição nortista para salgadinho de milho industrializado. Hey, soa legal.

segunda-feira, março 10, 2008

Monólogos com uma caneca

- hmmm emos
- Luke? :)
- hmmmmm emos ruivas... hmm bissexuais
- Luketchinho! :)
- zzzAhn, oi.
- Oi. :)
- WTF É VOCÊ?


:)

- Hm, uma caneca falante. Legal. Ryot vai me processar.
- Processar?
- É. Ah, esquece. O que foi?
- Fazem mais de 10 dias desde seu último post. Você não acha que já é hora de postar?
- Você acha?
- Eu e seus 15 leitores, sim.
- Oh. Bem, eu posso tentar. É como andar de monociclo a jato, não é?
- Não, não é.
- Hum, era pra ser uma piada. Esquece. Olha, eu acabei de ter uma desilusão amorosa, não posso fazer isso outro dia?
- HAUHAUHAUHAU DESILUSÃO AMOROSA HAUHAUHAUHAU HAUHAU HAUHAUHAUHAUHAU :)
- Vai chupar uma rôla, não foi uma piada.
- Oh, perdão, Luketchinho.
- Ok.

- Mas... outra delisusão amorosa?
- Sim, outra.
- Dever ser o que?, a terceira só nesse ano?
- É, por aí. Sei lá, eu acho que é porque me apaixono muito fácil (e se usar lápis de olho, franja e cabelo curtinho pintado então, PUTZ). Quando tudo parece estar indo bem, quando parece que a coisa finalmente vai... PÁ!, porrada na cara. E aí tudo desmancha. Ou então eu passo muito tempo com alguma pessoa que gosto, sinto como se fosse recíproco, mas aí SPLASH!, balde de água fria. Eu acho que... acho que eu não nasci pra ficar muito tempo com alguém. Sabe, eu andei até fazendo poesias sobre isso. Ficaram... lindas. Você gostaria de ouvi-las?
- ...
- ...
- Você tá é virando viado, Luketchinho.
- FODA-SE, vai chupar rôla.

- Olha só, por que você não posta sobre suas 263 desilusões amorosas? Aí você vai listando todos os amores que você já teve, nome, personalidade e como elas te foderam o coração e o bolso bonitamente. Fala como você foi imbecil demais pra ir falar com os seus amores platônicos, e como equilibrar uma relação é tão fácil pra você quanto equilibrar uma geladeira com as bolas. E fala de todas aquelas mongolices que você fez, as que você iniste em chamar de "declarações de amor", mas que todo mundo sabe que o nome é "mongolice" mesmo. E, AHHH, também fala sobre aquela cantada medíocre que você usou com a primeira garota com quem namorou, aquela do "tem figurinha da Copa pra trocar?", hauhauhau aquilo foi vergonha alheia demais!
- EU TAVA TENTANDO SER DESCONTRAÍDO OK. VAI CHUPAR UMA RÔLA.
- :)


Já posto, véis. Assim que acabar de CONVERSAR COM UMA CANECA.