Vocês já bem devem saber, mas eu não ganho absolutamente nada com o KD. Nada, nadica. Na verdade, é bem o contrário: eu PAGO pra manter o blog no ar, afinal esse domínio .com que poupa seus dedinhos de digitar o ".blogspot" não se paga sozinho. Todo mês eu tenho que abrir a carteira e catar (entre clipes de papel e tampinhas de garrafa) uma quantia que eu poderia muito bem estar gastando em gibis e cerveja pra manter essa parada em funcionamento - e, antes que perguntem, o motivo de eu não ter feito uma assinatura anual é porque eu me conheço muito bem pra saber que eu pagaria um ano inteiro pra fazer SETE posts, que foi exatamente o que aconteceu em 2012, olha lá.
(E antes que perguntem, o post novo já tá sendo feito e tá ficando maneiro. Sexta-feira sai, mas vocês já podem ver uma prévia clicando AQUI.)
E por eu não ter absolutamente nenhum lucro com o Cadê, o único incentivo que eu tenho pra continuar metendo a cara no Blogger pra fazer meia dúzia de piadas sobre a minha vida são... bem, são vocês.
Triste, né. Eu sei.
segunda-feira, maio 20, 2013
sexta-feira, abril 26, 2013
3 histórias pra dormir de luz acesa hoje
Vocês vêem, eu sempre fui fã de histórias de terror. Ok, "sempre" entre aspas, porque quando eu era moleque me cagava de medo e não conseguia dormir à noite, mas com o tempo eu comecei a apreciar aquele arrepio que corre a espinha sempre que alguém decide compartilhar uma história que aconteceu com o amigo do primo de um colega da namorada do irmão da sala do fulano de tal.
Aliás, vocês sabiam que qualquer coisa fica melhor depois de uma boa história de terror?
Sério mesmo. Tem até estudos sobre isso. Depois de alguns sustos vendo um filme de terror, seu coração bate mais rápido, a respiração fica acelerada, sua pressão sanguínea vai lá pra cima. Isso faz com que qualquer emoção que você vivencie após o filme, enquanto você ainda está nesse estado, seja intensificada. É o que chamam de teoria da transferência de excitação.
Ou seja, você vai curtir muito mais um jantar com a namorada ou aquele barzinho com os bróder depois de uma sessão d'A Morte do Demônio - que, a propósito, tá DO CARALHO. Inclusive, tem até um estudo que mostra que você aprecia mais obras de arte depois de um filme de terror, vejam só vocês. Pinhead ajudando a deixar você mais culto.
Dito isso, vamos tentar algo novo aqui no KD. Aqui vão 3 histórias que eu achei por aí de casos supostamente reais, com suas devidas imagens e tudo mais - e nada de creepypasta, afinal creepypasta é uma parada meio brochante hoje em dia, já que todas são ou sobre algum episódio perdido em que o Lula Molusco fica maluco e mata todo mundo ou alguma fita amaldiçoada de algum jogo de Game Boy Color. Dou início hoje à uma possível nova seção no KD (como bem batizada pelo amigo Rafa): a Horrorzuera.
Faz uma pipoca, tranca a porta, apaga as luzes e vem comigo.
Aliás, vocês sabiam que qualquer coisa fica melhor depois de uma boa história de terror?
Sério mesmo. Tem até estudos sobre isso. Depois de alguns sustos vendo um filme de terror, seu coração bate mais rápido, a respiração fica acelerada, sua pressão sanguínea vai lá pra cima. Isso faz com que qualquer emoção que você vivencie após o filme, enquanto você ainda está nesse estado, seja intensificada. É o que chamam de teoria da transferência de excitação.
Ou seja, você vai curtir muito mais um jantar com a namorada ou aquele barzinho com os bróder depois de uma sessão d'A Morte do Demônio - que, a propósito, tá DO CARALHO. Inclusive, tem até um estudo que mostra que você aprecia mais obras de arte depois de um filme de terror, vejam só vocês. Pinhead ajudando a deixar você mais culto.
Dito isso, vamos tentar algo novo aqui no KD. Aqui vão 3 histórias que eu achei por aí de casos supostamente reais, com suas devidas imagens e tudo mais - e nada de creepypasta, afinal creepypasta é uma parada meio brochante hoje em dia, já que todas são ou sobre algum episódio perdido em que o Lula Molusco fica maluco e mata todo mundo ou alguma fita amaldiçoada de algum jogo de Game Boy Color. Dou início hoje à uma possível nova seção no KD (como bem batizada pelo amigo Rafa): a Horrorzuera.
Faz uma pipoca, tranca a porta, apaga as luzes e vem comigo.
sábado, março 30, 2013
Como eu me tornei um pedreiro
Crianças, no verão de 2012, eu estava à procura de um emprego.
Nessa sociedade em que vivemos, pra termos as coisas que queremos, precisamos dessa outra coisa chamada dinheiro - o que é ótimo, afinal é o que nos torna melhores do que, por exemplo, a Coréia do Norte, e faz com que possamos comer Sucrilhos e não nossas próprias criancinhas no café da manhã.
Até então, só fazia alguns bicos sempre que podia como caixa/recepcionista no negócio dos meus pais, o que era mais uma forma de me manter longe da minha caminha nas horas em que eu não estivesse na faculdade do que de fato um emprego. Mas chegou um momento em que o salário que me davam (que só não era de fato sal, porque, pelamor, aí já seria sacanagem) já não era o suficiente. Precisava sustentar meus vícios (meus jogos e meus gibis não se comprariam sozinhos). Precisava pagar minhas dívidas (até pra mulher da cantina da faculdade eu devia). Precisava alimentar minha namorada, meu gato e, principalmente, alimentar a mim mesmo. Precisava de um emprego de verdade.
Nessa sociedade em que vivemos, pra termos as coisas que queremos, precisamos dessa outra coisa chamada dinheiro - o que é ótimo, afinal é o que nos torna melhores do que, por exemplo, a Coréia do Norte, e faz com que possamos comer Sucrilhos e não nossas próprias criancinhas no café da manhã.
Até então, só fazia alguns bicos sempre que podia como caixa/recepcionista no negócio dos meus pais, o que era mais uma forma de me manter longe da minha caminha nas horas em que eu não estivesse na faculdade do que de fato um emprego. Mas chegou um momento em que o salário que me davam (que só não era de fato sal, porque, pelamor, aí já seria sacanagem) já não era o suficiente. Precisava sustentar meus vícios (meus jogos e meus gibis não se comprariam sozinhos). Precisava pagar minhas dívidas (até pra mulher da cantina da faculdade eu devia). Precisava alimentar minha namorada, meu gato e, principalmente, alimentar a mim mesmo. Precisava de um emprego de verdade.

Foi bem assim mesmo.
sexta-feira, março 08, 2013
E agora para algo completamente diferente
Então, deixa eu me explicar.
Ok, eu sei, eu sei que PARECE que eu passei um mês inteiro sem postar logo quando eu tinha acabado de voltar com todo um discurso inspirador de que eu ia mudar, ia ter post novo toda semana, ia me dedicar mais e blá blá blá. Parece MUITO que foi isso, eu sei (principalmente pelo fato de que, bom, foi exatamente isso). Mas, tal qual um marido que é pego em flagrante pela esposa na cama com a Flávia, a estagiária nova do trabalho, que também não fazia ideia que o patrão era casado... meus amores, eu posso explicar.
Ok, eu sei, eu sei que PARECE que eu passei um mês inteiro sem postar logo quando eu tinha acabado de voltar com todo um discurso inspirador de que eu ia mudar, ia ter post novo toda semana, ia me dedicar mais e blá blá blá. Parece MUITO que foi isso, eu sei (principalmente pelo fato de que, bom, foi exatamente isso). Mas, tal qual um marido que é pego em flagrante pela esposa na cama com a Flávia, a estagiária nova do trabalho, que também não fazia ideia que o patrão era casado... meus amores, eu posso explicar.
sábado, janeiro 26, 2013
E vamo que vamo
Oi, eu sou Lucas Guedes, também conhecido como Lukita, Lukete, lukeg14 ou até mesmo Vandeco Ranca-Prega, mas isso é uma outra história.
Você também devem me conhecer como o amável e carismático blogueiro Luke, que comanda o não-mais-tão-bem-frequentado-e-muito-menos-atualizado blog chamado ¿Que Diabos? - também conhecido, POR ALGUM MOTIVO, como KD.
Você também devem me conhecer como o amável e carismático blogueiro Luke, que comanda o não-mais-tão-bem-frequentado-e-muito-menos-atualizado blog chamado ¿Que Diabos? - também conhecido, POR ALGUM MOTIVO, como KD.





Ok, talvez seja por isso.
quarta-feira, agosto 15, 2012
A fronteira final
O ser humano é uma espécie incrível.
Não, sério. Parem pra pensar aí: enviamos robôs à Marte, quebramos o pi até alguns trilhões de dígitos, provamos a existência do Bóson de Higgs. Inventamos coisas como a literatura, a música e a pizza de bacon. Fomos de macacos à espécie dominante do planeta, no topo da cadeia alimentar. O que faltava? A resposta é óbvia: a tatuagem no cu. Isso mesmo, no cu.
Não, sério. Parem pra pensar aí: enviamos robôs à Marte, quebramos o pi até alguns trilhões de dígitos, provamos a existência do Bóson de Higgs. Inventamos coisas como a literatura, a música e a pizza de bacon. Fomos de macacos à espécie dominante do planeta, no topo da cadeia alimentar. O que faltava? A resposta é óbvia: a tatuagem no cu. Isso mesmo, no cu.
Tatuagem anal vira moda em evento nos EUA
Uma modalidade de tatuagem pouco conhecida pode se tornar uma nova tendência segundo participantes de um evento sobre o tema realizado no fim de semana em um centro de convenções da Flórida, nos Estados Unidos.
A tatuagem anal chamou a atenção dos visitantes da 17ª edição da South Florida Tatoo Expo, evento que reúne anualmente, além de tatuadores, atrações musicais, carros, shows exóticos.
Uma das participantes do evento contou ao site “New Times”, de Palm Beach, já ter tatuado o nome de dois ex-namorados no ânus e garantiu que tatuar o local é “muito, muito bom”.
Aonde nenhum homem jamais esteve
quarta-feira, julho 25, 2012
O Espetacular Homem-Aranha
Maio de 2007. Lá estou eu trancado em um ônibus lotado no meio de um engarrafamento, me segurando naquelas barras do teto e sentindo todo meu sangue dos braços voltando pro corpo. Mas nada disso importa, porque estou em posse de um pedaço de papel impresso que me garantiria a entrada para a estreia mundial de Homem-Aranha 3. O primeiro HA tinha sido o filme da minha infância, o segundo elevou os filmes de super-herói da época a outro nível, e agora, depois de 3 anos de espera, estava finalmente indo ver o terceiro capítulo que fecharia a saga que já era parte da minha vida. Depois de DUAS horas no ônibus, finalmente chego no shopping que era literalmente DO OUTRO LADO da cidade (porém o que teria as sessões mais cedo). Subo os 4 lances de escadas rolantes, chego na frente do cinema, entrego meu ingresso, pego o canhoto, respiro fundo e corajosamente adentro na sala de cinema para enfim encontrar o meu destino.
Duas horas depois eu saio de lá, e... e... E... ok, o que foi isso que eu acabei de ver?
Foi uma sensação esquisita. Anos me preparando para o que deveria ter sido o filme mais emocionante da minha vida, mas quando chegamos na cena da dança com a Gwen no bar eu já sinceramente não sabia o que fazer. Eu não sabia se deveria estar gostando daquilo ou chorando pra ir embora. A minha vontade era de virar para a pessoa ao lado e perguntar se o problema era com o filme ou comigo mesmo. Saí do cinema com aquele gosto estranho na boca, e demorou algumas horas pra finalmente aceitar que o filme era ruim. Acho que a única coisa que se salva no circo que é HA3 é a cena final, por dois motivos: primeiro, porque é uma cena íntima e bonita, fugindo do previsível “Homem-Aranha-se-balançando-entre-os-prédios-com-a-música-tema-rolando-no-fundo”; e, segundo, porque significa que o filme acabou.
Duas horas depois eu saio de lá, e... e... E... ok, o que foi isso que eu acabei de ver?
Foi uma sensação esquisita. Anos me preparando para o que deveria ter sido o filme mais emocionante da minha vida, mas quando chegamos na cena da dança com a Gwen no bar eu já sinceramente não sabia o que fazer. Eu não sabia se deveria estar gostando daquilo ou chorando pra ir embora. A minha vontade era de virar para a pessoa ao lado e perguntar se o problema era com o filme ou comigo mesmo. Saí do cinema com aquele gosto estranho na boca, e demorou algumas horas pra finalmente aceitar que o filme era ruim. Acho que a única coisa que se salva no circo que é HA3 é a cena final, por dois motivos: primeiro, porque é uma cena íntima e bonita, fugindo do previsível “Homem-Aranha-se-balançando-entre-os-prédios-com-a-música-tema-rolando-no-fundo”; e, segundo, porque significa que o filme acabou.

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